Vania Galvão*
O poeta e compositor Cazuza, numa de suas canções memoráveis, nos lembra uma das verdades inexoráveis da existência humana: o tempo não pára...
No que diz respeito a todos os seres vivos, e particularmente aos humanos, isso significa, dentre outras coisas, que envelhecemos, nos tornamos idosas ou então abruptamente temos nossas vidas interrompidas por outro destino inconteste, a morte.
No contexto atual vivemos o crescimento da população idosa em nosso país. Mas, apesar de sermos um percentual expressivo nas faixas etárias acima dos sessenta anos, enfrentamos o estigma e o preconceito decorrente da idade.
No Brasil, segundo o IBGE (2006), as pessoas idosas representam 10,2% da população e a Organização Mundial da Saúde afirma que seremos tantos, que nosso país, em 2025, será o sexto do mundo com maior número de pessoas com idade acima dos 60 anos.
Então estamos falando de um contingente populacional significativo e em expansão que enfrenta a desqualificação pessoal, são humilhados e sofrem vários tipos de violência.
A violência assim definida como “um ato (único ou repetido) ou omissão que cause ao idoso dano ou aflição e que se produz em qualquer relação na qual exista expectativa de confiança”.
No Brasil, 90% da violência cometida contra pessoas idosas ocorre no âmbito familiar, sendo que 13% corresponde à violência física e 60% são abusos econômicos – como a apropriação indébita de bens e recursos financeiros, principalmente dos benefícios como aposentadorias e pensões – e as negligências.
As maiores vítimas são as mulheres (72,5% das queixas), o que não é novidade, pois as mulheres vivenciam a violência doméstica em todas as faixas etárias.
Mas a violência contra os idosos também ocorre no âmbito público, principalmente no item “mobilidade nas grandes cidades”, seja no trânsito – como no acesso ao transporte coletivo e ao direito à gratuidade; seja no atendimento – como os maus tratos em hospitais e outros equipamentos e serviços públicos; seja no reconhecimento do idoso como sujeito “de direitos” – como a desqualificação generalizada dos idosos como cidadãos e cidadãs.
Percebemos que, o fenômeno da violência contra os mais velhos traz à tona estereótipos e preconceitos provenientes de uma cultura que cada vez mais enaltece a juventude e trata as pessoas idosas como obsoletas e encostadas no sistema previdenciário.
A sociedade por sua vez reflete essa cultura, e cada vez mais propaga imagens de uma juventude eterna, que usa todo tipo de artifício estético para esconder o envelhecimento, se esquecendo que o tempo não pára.
Porque envelhecer é um processo, inerente a todos os seres humanos, processo que se inicia na concepção e perpassa todos os dias de nossas vidas.
Quando emitimos opinião preconceituosa ou fazemos juízo de valor sobre as pessoas idosas, estamos falando do futuro de toda a humanidade, pois os mais jovens serão, um dia os idosos do seu tempo.
Idosos que trazem a experiência da história, da qual fizeram parte como sujeitos políticos que construíram e constroem esse país.
Um país que mudou muito nesses últimos anos, com o avanço da democracia e com a valorização dos Direitos Humanos como preceitos para toda a humanidade.
Façamos cumprir o Estatuto do Idoso – através de medidas, projetos e políticas complementares - e mais que isto, façamos um movimento para que a sociedade entenda e aceite o envelhecimento como um processo natural do conjunto que chamamos universo.
*Vereadora Vânia Galvão (PT)
2ª Secretária da Câmara Municipal de Salvador
Nota do Editor - Prezada vereadora, a violencia contra o idoso deve ser ser caracterizada como crime hediondo, sem direito a fiança e as penas previstas no Codigo Criminal devem ser as mais pesadas contra o ser humano. Com a palavra nossos representantes no Congresso Nacional.
sábado, 3 de julho de 2010
Videoconferencias sobre propostas de politica cultural
Da Ascom da SecultBA
A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia inicia dia 12 de julho uma série de videoconferências para discutir algumas das principais propostas eleitas na II Conferência Nacional de Cultura e na III Conferência Estadual de Cultura.
A escolha das propostas foi feita pelos internautas com votação entre os dias 18 de maio e 06 de junho.
Ao todo, foram 97 votações.
Através do site da SecultBA, os participantes tiveram acesso a todas as propostas das conferências, dentre as quais escolheram cinco para serem discutidas com palestrantes convidados.
As sete mais votadas resultaram nos temas das próximas videoconferências.
A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia inicia dia 12 de julho uma série de videoconferências para discutir algumas das principais propostas eleitas na II Conferência Nacional de Cultura e na III Conferência Estadual de Cultura.
A escolha das propostas foi feita pelos internautas com votação entre os dias 18 de maio e 06 de junho.
Ao todo, foram 97 votações.
Através do site da SecultBA, os participantes tiveram acesso a todas as propostas das conferências, dentre as quais escolheram cinco para serem discutidas com palestrantes convidados.
As sete mais votadas resultaram nos temas das próximas videoconferências.
Cursos de ingles e espanhol a preço popular
De Doris Pinheiro e Ana Lucia Andrade
Estão abertas as inscrições para os cursos de capacitação em língua estrangeira para iniciantes – inglês e espanhol instrumental para turismo e hotelaria – do Instituto Brasileiro de Tecnologia Hoteleira (IBTH).
Os dois cursos, que terão as aulas ministradas na Faculdade Vasco da Gama - Unidades Centro e Cajazeiras - tem baixo custo, sendo o valor do modulo inteiro com material didático (apostila + CD) R$70.
As inscrições para quem quer fazer o curso na Unidade Centro (Avenida Vasco da Gama, 2787-A) estão sendo feitas no IBTH, na Rua Tenente Pires Ferreira, 51 Ladeira da Barra.
Os telefones para contato são 3245-8900 / 3015-9660. Quem quer fazer a inscrição em Cajazeiras deve se dirigir à sede da própria Faculdade Vasco da Gama, que fica na Estrada do Coqueiro Grande, 42, perto do final de linha de Cajazeiras VIII. O telefone de lá é 3309-7810.
As turmas de inglês terão início na segunda quinzena de julho e a carga horário é de 40 horas.
Estão abertas as inscrições para os cursos de capacitação em língua estrangeira para iniciantes – inglês e espanhol instrumental para turismo e hotelaria – do Instituto Brasileiro de Tecnologia Hoteleira (IBTH).
Os dois cursos, que terão as aulas ministradas na Faculdade Vasco da Gama - Unidades Centro e Cajazeiras - tem baixo custo, sendo o valor do modulo inteiro com material didático (apostila + CD) R$70.
As inscrições para quem quer fazer o curso na Unidade Centro (Avenida Vasco da Gama, 2787-A) estão sendo feitas no IBTH, na Rua Tenente Pires Ferreira, 51 Ladeira da Barra.
Os telefones para contato são 3245-8900 / 3015-9660. Quem quer fazer a inscrição em Cajazeiras deve se dirigir à sede da própria Faculdade Vasco da Gama, que fica na Estrada do Coqueiro Grande, 42, perto do final de linha de Cajazeiras VIII. O telefone de lá é 3309-7810.
As turmas de inglês terão início na segunda quinzena de julho e a carga horário é de 40 horas.
Obama aciona Democrata para aprovar nova lei de imigração
Da Agencia Estado em A Tarde Online
Acuado por leis estaduais e municipais que estão surgindo nos Estados Unidos e pelas eleições legislativas de novembro, o presidente norte-americano, Barack Obama, acionou a máquina para a aprovação de uma nova lei de imigração.
Ontem, em um discurso sobre o tema na Universidade Americana, em Washington, Obama incitou seus opositores republicanos a juntar-se aos democratas para a conclusão de uma proposta de lei bipartidária.
"Estou pronto para seguir adiante. A maioria dos democratas também está pronta, assim como eu acredito que a maioria dos americanos esteja. Mas o fato é que, sem o apoio dos dois partidos, como tivemos há alguns anos, não conseguiremos resolver esse problema", afirmou o presidente.
"Uma reforma que traga responsabilidade a nosso sistema de imigração não pode passar sem os votos republicanos. Essa é uma realidade política e matemática."
Segundo Marc Rosenblum, analista sênior do Instituto de Políticas de Migração, Obama precisa de 60 a 80 votos de deputados republicanos para ver uma nova legislação aprovada.
A perspectiva de uma aliança entre os dois partidos ainda neste ano é tão remota quanto a de aprovação dessa nova lei.
"Muitos republicanos não querem uma reforma tão ampla como a sugerida pelo presidente Obama. Além disso, eles sabem que, se a reforma for aprovada, os democratas assumirão o crédito", disse o analista.
Com o sucesso da aprovação das reformas dos planos de saúde e do setor financeiro neste ano, Obama voltou-se para esse tema politicamente delicado e tratado sem prioridade por seu governo até o momento.
Acuado por leis estaduais e municipais que estão surgindo nos Estados Unidos e pelas eleições legislativas de novembro, o presidente norte-americano, Barack Obama, acionou a máquina para a aprovação de uma nova lei de imigração.
Ontem, em um discurso sobre o tema na Universidade Americana, em Washington, Obama incitou seus opositores republicanos a juntar-se aos democratas para a conclusão de uma proposta de lei bipartidária.
"Estou pronto para seguir adiante. A maioria dos democratas também está pronta, assim como eu acredito que a maioria dos americanos esteja. Mas o fato é que, sem o apoio dos dois partidos, como tivemos há alguns anos, não conseguiremos resolver esse problema", afirmou o presidente.
"Uma reforma que traga responsabilidade a nosso sistema de imigração não pode passar sem os votos republicanos. Essa é uma realidade política e matemática."
Segundo Marc Rosenblum, analista sênior do Instituto de Políticas de Migração, Obama precisa de 60 a 80 votos de deputados republicanos para ver uma nova legislação aprovada.
A perspectiva de uma aliança entre os dois partidos ainda neste ano é tão remota quanto a de aprovação dessa nova lei.
"Muitos republicanos não querem uma reforma tão ampla como a sugerida pelo presidente Obama. Além disso, eles sabem que, se a reforma for aprovada, os democratas assumirão o crédito", disse o analista.
Com o sucesso da aprovação das reformas dos planos de saúde e do setor financeiro neste ano, Obama voltou-se para esse tema politicamente delicado e tratado sem prioridade por seu governo até o momento.
EUA querem iniciar mudança da matriz energetica
Do Estadao Online
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou neste sábado, 3, que seu governo destinará US$ bilhões a dois projetos solares que serão divididos entre a empresa americana Abound Solar Manufacturing e a espanhola Abengoa.
Obama fez o anúncio em seu discurso semanal dos sábados, no qual assinalou que serão criados 3.600 postos de trabalho entre as duas companhias na construção e 1.500 empregos permanentes.
Em seu discurso, o presidente não especificou que percentual do montante cada companhia receberá para seus respectivos projetos, mas a Abengoa construirá uma das maiores plantas solares do mundo no estado americano do Arizona, que permitirá a criação de 1.600 trabalhos na construção e, quando for concluída, fornecerá energia elétrica a 70 mil lares.
"Após ver companhias que constroem no exterior, é uma boa notícia que tenhamos atraído uma empresa estrangeira para criar trabalhos aqui nos Estados Unidos", assinalou o presidente americano.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou neste sábado, 3, que seu governo destinará US$ bilhões a dois projetos solares que serão divididos entre a empresa americana Abound Solar Manufacturing e a espanhola Abengoa.
Obama fez o anúncio em seu discurso semanal dos sábados, no qual assinalou que serão criados 3.600 postos de trabalho entre as duas companhias na construção e 1.500 empregos permanentes.
Em seu discurso, o presidente não especificou que percentual do montante cada companhia receberá para seus respectivos projetos, mas a Abengoa construirá uma das maiores plantas solares do mundo no estado americano do Arizona, que permitirá a criação de 1.600 trabalhos na construção e, quando for concluída, fornecerá energia elétrica a 70 mil lares.
"Após ver companhias que constroem no exterior, é uma boa notícia que tenhamos atraído uma empresa estrangeira para criar trabalhos aqui nos Estados Unidos", assinalou o presidente americano.
Pesquisa
Saiu na coluna Raio Laser, da Tribuna da Bahia
O candidato democrata ao governo do estado, Paulo Souto, disse ontem acreditar que o empate técnico apresentado na última avaliação do Datafolha entre o candidato José Serra (PSDB) e a petista Dilma Rousseff sinaliza para uma eleição presidencial equilibrada. “A pesquisa Datafolha aponta uma eleição equilibrada, sujeita a oscilações. Trata-se de uma disputa que só será definida durante a campanha”, disse. Serra aparece na sondagem com 39%, Dilma com 38% e Marina Silva em terceiro, com 10%.
O candidato democrata ao governo do estado, Paulo Souto, disse ontem acreditar que o empate técnico apresentado na última avaliação do Datafolha entre o candidato José Serra (PSDB) e a petista Dilma Rousseff sinaliza para uma eleição presidencial equilibrada. “A pesquisa Datafolha aponta uma eleição equilibrada, sujeita a oscilações. Trata-se de uma disputa que só será definida durante a campanha”, disse. Serra aparece na sondagem com 39%, Dilma com 38% e Marina Silva em terceiro, com 10%.
Um bom texto sobre a pesquisa Datafolha
Por Reinaldo Asevedo, da Veja Online
A Folha de S. Paulo publicou um bom texto de análise da pesquisa Datafolha. Foi escrito por Vinicius Mota, secretário de redação. Acho que já peguei no pé dele aqui. Não lembro. Pego no pé de tanta gente! É provável que não goste muito de mim — a exemplo de muitos. Não ligo, como sabem. Quando gosto, digo “gosto”; quando não, “não”. É uma regra simples.
Publico abaixo seu texto (em azul). O mérito do artigo é tentar entender o que está em curso, sem o determinismo idiota, econômico-lulista, que tem tomado conta do debate, conforme venho apontando aqui. A Folha tem recorrido aos chamados textos de “análise”. Raramente tem produzido algo que não seja “opinião”. Opinião não é nem melhor nem pior do que análise: só é outra coisa.
E ele pode ficar tranqüilo. Prometo não tornar o elogio freqüente ainda que ele venha a merecê-lo outras vezes. Eu o protegerei, doravante, dos “isentos” de um lado só, hehe. Até porque tenho uma crítica clara à edição. Tudo bem afirmar que o empate continua, comparando Datafolha com Datafolha. Mas o mesmo jornal usava o Ibope para evidenciar a suposta desidratação da candidatura tucana até ontem. Verdade ou mentira? Deveria ter usado pesquisa do seu próprio instituto para indicar, então, a recuperação. É lógica elementar. Se ela é traída, há algo de errado.
Ainda que Vinicius dispense meu elogio, sabe que não pode ignorar a crítica. Quem escreve a análise que ele escreveu tem como fazer a coisa certa. É só querer.
*
O jogo da sucessão ainda não está jogado
Ao final de 2010, a atividade econômica ao longo do segundo mandato de Lula terá crescido, em média, perto de 4,5%ao ano, cifra que cai para 4%, considerados os oito anos. Desde a ditadura militar -no quarto de século até 1980, o Brasil cresceu 7,5% ao ano- não se registra resultado tão positivo. Quanto menor a renda, mais depressa ela cresce, o que diminui a desigualdade de salários.
A recente Pesquisa de Orçamentos Familiares, do IBGE, mostrou que a pobreza é menor que se imaginava. Há uma geração não se vê taxa de desemprego, em torno de 7%, tão baixa. A popularidade do presidente da República bateu novo recorde de alta.
Se imperasse o determinismo econômico em eleição, era de esperar que a candidata da situação estivesse a ponto de liquidar a fatura no primeiro turno.Mas, a 94 dias do pleito, Dilma Rousseff continua empatada com José Serra.
As eleições de 2002 e de 2006 mostraram a dificuldade de ocorrerem lavadas na eleição presidencial brasileira.
Nos dois pleitos- em ambos as chamadas condições objetivas favoreciam Lula-, o tucano derrotado teve pouco menos de 40% dos votos válidos no segundo turno. Serra é competitivo porque mantém frente de 11 pontos percentuais no Sudeste, na hipótese de segundo turno contra Dilma. Em 2006, Lula bateu Geraldo Alckmin por 14 pontos na região.
Serra também supera o desempenho de Alckmin no Nordeste. Tem 35% (39%, desprezadas intenções de voto em branco, nulo e indecisos), contra 54% (ou 61%, fazendo a mesma subtração) da petista.
No 2º turno de 2006, o candidato tucano obteve apenas 23 de cada 100 votos válidos nordestinos. É muito mais difícil explicar o fenômeno sociológico que sustenta uma divisão quase ao meio do eleitorado brasileiro.
Circulou, faz pouco tempo, a tese de que os petistas souberam cativar um certo conservadorismo das classes populares que iam ganhando poder de consumo -e isso teria desequilibrado a balança o suficiente para reeleger Lula.
Não terá, contudo, esse ganho de status recente operado uma certa “sudestização” de todo o eleitorado brasileiro?
Quando as necessidades mais básicas da maioria das famílias deixam aos poucos de ser um tema central, não terá a disputa eleitoral mudado de parâmetros? Aspectos como os valores (culturais, morais, sociais) não passariam a ter mais relevo?
Não sabemos. Sabemos apenas que o jogo que vai definir o sucessor de Lula, apesar da impressionante maré favorável da economia, não está jogado.
A Folha de S. Paulo publicou um bom texto de análise da pesquisa Datafolha. Foi escrito por Vinicius Mota, secretário de redação. Acho que já peguei no pé dele aqui. Não lembro. Pego no pé de tanta gente! É provável que não goste muito de mim — a exemplo de muitos. Não ligo, como sabem. Quando gosto, digo “gosto”; quando não, “não”. É uma regra simples.
Publico abaixo seu texto (em azul). O mérito do artigo é tentar entender o que está em curso, sem o determinismo idiota, econômico-lulista, que tem tomado conta do debate, conforme venho apontando aqui. A Folha tem recorrido aos chamados textos de “análise”. Raramente tem produzido algo que não seja “opinião”. Opinião não é nem melhor nem pior do que análise: só é outra coisa.
E ele pode ficar tranqüilo. Prometo não tornar o elogio freqüente ainda que ele venha a merecê-lo outras vezes. Eu o protegerei, doravante, dos “isentos” de um lado só, hehe. Até porque tenho uma crítica clara à edição. Tudo bem afirmar que o empate continua, comparando Datafolha com Datafolha. Mas o mesmo jornal usava o Ibope para evidenciar a suposta desidratação da candidatura tucana até ontem. Verdade ou mentira? Deveria ter usado pesquisa do seu próprio instituto para indicar, então, a recuperação. É lógica elementar. Se ela é traída, há algo de errado.
Ainda que Vinicius dispense meu elogio, sabe que não pode ignorar a crítica. Quem escreve a análise que ele escreveu tem como fazer a coisa certa. É só querer.
*
O jogo da sucessão ainda não está jogado
Ao final de 2010, a atividade econômica ao longo do segundo mandato de Lula terá crescido, em média, perto de 4,5%ao ano, cifra que cai para 4%, considerados os oito anos. Desde a ditadura militar -no quarto de século até 1980, o Brasil cresceu 7,5% ao ano- não se registra resultado tão positivo. Quanto menor a renda, mais depressa ela cresce, o que diminui a desigualdade de salários.
A recente Pesquisa de Orçamentos Familiares, do IBGE, mostrou que a pobreza é menor que se imaginava. Há uma geração não se vê taxa de desemprego, em torno de 7%, tão baixa. A popularidade do presidente da República bateu novo recorde de alta.
Se imperasse o determinismo econômico em eleição, era de esperar que a candidata da situação estivesse a ponto de liquidar a fatura no primeiro turno.Mas, a 94 dias do pleito, Dilma Rousseff continua empatada com José Serra.
As eleições de 2002 e de 2006 mostraram a dificuldade de ocorrerem lavadas na eleição presidencial brasileira.
Nos dois pleitos- em ambos as chamadas condições objetivas favoreciam Lula-, o tucano derrotado teve pouco menos de 40% dos votos válidos no segundo turno. Serra é competitivo porque mantém frente de 11 pontos percentuais no Sudeste, na hipótese de segundo turno contra Dilma. Em 2006, Lula bateu Geraldo Alckmin por 14 pontos na região.
Serra também supera o desempenho de Alckmin no Nordeste. Tem 35% (39%, desprezadas intenções de voto em branco, nulo e indecisos), contra 54% (ou 61%, fazendo a mesma subtração) da petista.
No 2º turno de 2006, o candidato tucano obteve apenas 23 de cada 100 votos válidos nordestinos. É muito mais difícil explicar o fenômeno sociológico que sustenta uma divisão quase ao meio do eleitorado brasileiro.
Circulou, faz pouco tempo, a tese de que os petistas souberam cativar um certo conservadorismo das classes populares que iam ganhando poder de consumo -e isso teria desequilibrado a balança o suficiente para reeleger Lula.
Não terá, contudo, esse ganho de status recente operado uma certa “sudestização” de todo o eleitorado brasileiro?
Quando as necessidades mais básicas da maioria das famílias deixam aos poucos de ser um tema central, não terá a disputa eleitoral mudado de parâmetros? Aspectos como os valores (culturais, morais, sociais) não passariam a ter mais relevo?
Não sabemos. Sabemos apenas que o jogo que vai definir o sucessor de Lula, apesar da impressionante maré favorável da economia, não está jogado.
Terrorismo antiglobalização agiu no Canada
Da Associated Press
Um grupo de posicionamento antiglobalização e visões antimilitares opostas à invasão ao Afeganistão assumiu a autoria de uma explosão contra um centro de recrutamento militar no Canadá nesta sexta-feira, informou a polícia.
A explosão destruiu portas de vidro no centro em Trois-Rivieres, em Quebec, às 3h local (5h em Brasília) nesta sexta-feira. A sargento Eloise Cossette disse que ninguém ficou ferido. Ela informou que a polícia recebeu uma ameaça de bomba minutos antes da explosão, e o centro estava fechado no momento do incidente.
O jornal de Montreal "La Presse" disse que recebeu uma carta da organização chamada Initiave de Resistance Internationaliste (Iniciativa de Resistência Internacionalista, em tradução livre) assumindo a autoria do ataque.
Um grupo de posicionamento antiglobalização e visões antimilitares opostas à invasão ao Afeganistão assumiu a autoria de uma explosão contra um centro de recrutamento militar no Canadá nesta sexta-feira, informou a polícia.
A explosão destruiu portas de vidro no centro em Trois-Rivieres, em Quebec, às 3h local (5h em Brasília) nesta sexta-feira. A sargento Eloise Cossette disse que ninguém ficou ferido. Ela informou que a polícia recebeu uma ameaça de bomba minutos antes da explosão, e o centro estava fechado no momento do incidente.
O jornal de Montreal "La Presse" disse que recebeu uma carta da organização chamada Initiave de Resistance Internationaliste (Iniciativa de Resistência Internacionalista, em tradução livre) assumindo a autoria do ataque.
Eleição no Mexico sob cerco dos traficantes de droga
Da France Press
O México renova neste domingo o governo de quase metade de seus Estados, numa eleição já manchada de sangue pelas mortes atribuídas aos cartéis de droga e a dois anos de uma eleição presidencial com grande risco para o poder atual.
A eleição dos governadores de 12 dos 31 Estados do país constitui um teste para o presidente Felipe Calderón e seu Partido da Ação Nacional (PAN, conservador), já derrotados nas legislativas de 2009 pelo Partido Revolucionário Institucional (PRI, centro-esquerda), que fez seu grande retorno.
O PRI, no poder no México de 1928 a dezembro de 2000 antes de ceder o lugar ao PAN, e que já possui dez dos 12 governos a serem renovados no domingo, é o favorito da presidencial, para a qual Calderón está impedido de participar pela Constituição.
A sombra dos cartéis da droga paira sobre a campanha eleitoral. A influência deles, principalmente nas eleições mexicanas e nos meios políticos em geral, é denunciada há muito tempo, mas nunca foi tão sangrenta quanto agora.
O México renova neste domingo o governo de quase metade de seus Estados, numa eleição já manchada de sangue pelas mortes atribuídas aos cartéis de droga e a dois anos de uma eleição presidencial com grande risco para o poder atual.
A eleição dos governadores de 12 dos 31 Estados do país constitui um teste para o presidente Felipe Calderón e seu Partido da Ação Nacional (PAN, conservador), já derrotados nas legislativas de 2009 pelo Partido Revolucionário Institucional (PRI, centro-esquerda), que fez seu grande retorno.
O PRI, no poder no México de 1928 a dezembro de 2000 antes de ceder o lugar ao PAN, e que já possui dez dos 12 governos a serem renovados no domingo, é o favorito da presidencial, para a qual Calderón está impedido de participar pela Constituição.
A sombra dos cartéis da droga paira sobre a campanha eleitoral. A influência deles, principalmente nas eleições mexicanas e nos meios políticos em geral, é denunciada há muito tempo, mas nunca foi tão sangrenta quanto agora.
Acabou a Era Dunga
Acabou a Era Dunga e recomeça a Era Felipão! Ate agora a Globo não anunciou a dispensa de Galvão Bueno e do comentarista Caio.
Empresa israelense cria camera 3D interativa
Da Camara Brasil-Israel de Comercio e Industria
Uma empresa israelense chamada 3DV Systems anunciou a criação de uma câmera 3D, cujos sensores de movimentos podem, segundo seus diretores, elevar o nível de interatividade com videogames a um patamar muito acima do que é proporcionado pelo Wiimote.
O gadget leva o nome de ZCam, uma câmera tridimensional voltada para PCs e cuja sensibilidade aos movimentos é tão aguçada que os gamers podem manusear a ação nos jogos com um simples movimento dos dedos.
Segundo um dos executivos da 3DV Systems, o “Wii nos ensinou o caminho, mas a ZCam pode levar as coisas muito mais além”. Ousado, não?
De acordo com a agência de notícias Reuters, a demonstração com a ZCam envolveu uma interface onde o usuário realiza diversos tipos de movimentos. A seguir, foi possível observar o dispositivo em ação em simuladores de boxe e aviões, onde um simples movimento das mãos foi o suficiente para que o jogo entendesse os comandos necessários e os reproduzisse.
Uma empresa israelense chamada 3DV Systems anunciou a criação de uma câmera 3D, cujos sensores de movimentos podem, segundo seus diretores, elevar o nível de interatividade com videogames a um patamar muito acima do que é proporcionado pelo Wiimote.
O gadget leva o nome de ZCam, uma câmera tridimensional voltada para PCs e cuja sensibilidade aos movimentos é tão aguçada que os gamers podem manusear a ação nos jogos com um simples movimento dos dedos.
Segundo um dos executivos da 3DV Systems, o “Wii nos ensinou o caminho, mas a ZCam pode levar as coisas muito mais além”. Ousado, não?
De acordo com a agência de notícias Reuters, a demonstração com a ZCam envolveu uma interface onde o usuário realiza diversos tipos de movimentos. A seguir, foi possível observar o dispositivo em ação em simuladores de boxe e aviões, onde um simples movimento das mãos foi o suficiente para que o jogo entendesse os comandos necessários e os reproduzisse.
A Copa do Mundo segue seu ritmo
Uruguai segue na Copa depois de eliminar Gana, nos penaltis. Hoje tem o epico Alemanha contra Argentina.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Atrações internacionais da tenda eletronica do SWU
Ultimas noticias do SWU
O SWU Music and Arts Festival, que acontece em outubro, em São Paulo, confirma duas atrações para a tenda eletrônica: o DJ iraniano naturalizado americano Sharam e o britânico Erol Alkan.
Eles estão na programação dos dias 10 e 11, respectivamente. Erol transformou hits de Franz Ferndinand e Peter, Bjorn and John em hits da pista eletrônica, e é conhecido por ser residente da Trash, badalada casa noturna londrina.
Já Sharam, que é também conhecido por sua parceria com o também iraniano Ali “Dubfire” Shirazinia, que fez nascer a duo Deep Dish, traz seu trabalho solo ao Brasil.
Vencedor do Grammy de “Best Remixed Recording”, em 2002, além de outras indicações, o produtor, compositor Sharam Tayebi passeou pelo mundo da dance music e do underground nos seus 18 anos de carreira.
Ele é conhecido por seus hits do underground como “Don’t Pay a Word” e “Be the Change”, como os sucessos “PATT (Party all the time) and “The One”, single com a colaboração de Daniel Bedingfield que chegou ao TOP 20 mundial.
Um parceiro de peso de Sharam também da capital Teerã é Ali “Dubfire” Shirazinia. Com ele, o músico formou a aclamada dupla Deep Dish, que produziu remixes de hits de grandes nomes da música como Madonna, The Rolling Stones, Justin Timberlake e Janet Jackson.
O álbum de estréia Junk Science foi aclamado pela crítica internacional, como o segundo George is On, que teve a participação da vocalista Stevie Nicks. O sucesso levou a dupla também às passarelas. A dupla compôs a trilha sonora para os desfiles da marca Versace em Milão e Paris.
Depois da trajetória brilhante da dupla, Sharam partiu para a carreira solo em 2008, quando lançou o hit “PATT (Party All The Time)” – uma versão de uma antiga gravação de Eddie Murphy com o produtor Rick James – , que chegou ao Top Ten do Reino Unido.
Em 2009, ele lançou o álbum duplo Get Wild e já está na preparação de mais um disco. O sucesso de Sharam ainda serviu de impulso para o selo Yoshitoshi, de Washington DC, que tem revelado muitos outros artistas ao redor do mundo.
O DJ e produtor britânico foi residente da badalada casa noturna londrina Trash com vinte de poucos anos e logo passou a produzir shows para grandes nomes como LCD Soundsytem, Klaxons, Peaches e Bloc Party.
Hoje é conhecido também como o inventor do mash-up, técnica que faz nascer uma música da mistura de diversas canções. Erol Alkan está no topo da lista da cena independente eletrônica.
Ele criou remix de Rocker, do Alter Egos e Drop the Pressure, de Mylo´s, em 2004. Junto com Kylie, subiu ao palco do Brit Awards em 2002 com a música “Can’t Get You Out Of My Head’, que tem como base “Blue Monday” , do New Order.
Também fez versões de músicas do Bloc Party, Chemical Brothers, Franz Ferdinand e do hit “Young Folks” dos suecos Peter, Bjorn and John.
O SWU Music and Arts Festival, que acontece em outubro, em São Paulo, confirma duas atrações para a tenda eletrônica: o DJ iraniano naturalizado americano Sharam e o britânico Erol Alkan.
Eles estão na programação dos dias 10 e 11, respectivamente. Erol transformou hits de Franz Ferndinand e Peter, Bjorn and John em hits da pista eletrônica, e é conhecido por ser residente da Trash, badalada casa noturna londrina.
Já Sharam, que é também conhecido por sua parceria com o também iraniano Ali “Dubfire” Shirazinia, que fez nascer a duo Deep Dish, traz seu trabalho solo ao Brasil.
Vencedor do Grammy de “Best Remixed Recording”, em 2002, além de outras indicações, o produtor, compositor Sharam Tayebi passeou pelo mundo da dance music e do underground nos seus 18 anos de carreira.
Ele é conhecido por seus hits do underground como “Don’t Pay a Word” e “Be the Change”, como os sucessos “PATT (Party all the time) and “The One”, single com a colaboração de Daniel Bedingfield que chegou ao TOP 20 mundial.
Um parceiro de peso de Sharam também da capital Teerã é Ali “Dubfire” Shirazinia. Com ele, o músico formou a aclamada dupla Deep Dish, que produziu remixes de hits de grandes nomes da música como Madonna, The Rolling Stones, Justin Timberlake e Janet Jackson.
O álbum de estréia Junk Science foi aclamado pela crítica internacional, como o segundo George is On, que teve a participação da vocalista Stevie Nicks. O sucesso levou a dupla também às passarelas. A dupla compôs a trilha sonora para os desfiles da marca Versace em Milão e Paris.
Depois da trajetória brilhante da dupla, Sharam partiu para a carreira solo em 2008, quando lançou o hit “PATT (Party All The Time)” – uma versão de uma antiga gravação de Eddie Murphy com o produtor Rick James – , que chegou ao Top Ten do Reino Unido.
Em 2009, ele lançou o álbum duplo Get Wild e já está na preparação de mais um disco. O sucesso de Sharam ainda serviu de impulso para o selo Yoshitoshi, de Washington DC, que tem revelado muitos outros artistas ao redor do mundo.
O DJ e produtor britânico foi residente da badalada casa noturna londrina Trash com vinte de poucos anos e logo passou a produzir shows para grandes nomes como LCD Soundsytem, Klaxons, Peaches e Bloc Party.
Hoje é conhecido também como o inventor do mash-up, técnica que faz nascer uma música da mistura de diversas canções. Erol Alkan está no topo da lista da cena independente eletrônica.
Ele criou remix de Rocker, do Alter Egos e Drop the Pressure, de Mylo´s, em 2004. Junto com Kylie, subiu ao palco do Brit Awards em 2002 com a música “Can’t Get You Out Of My Head’, que tem como base “Blue Monday” , do New Order.
Também fez versões de músicas do Bloc Party, Chemical Brothers, Franz Ferdinand e do hit “Young Folks” dos suecos Peter, Bjorn and John.
Cerimonia abriu comemorações da tarde no Poço Municipal
Da Ascom da Camara de Vereadores
Na homenagem da Câmara Municipal ao 2 de julho, o presidente da Casa Legislativa de Salvador, vereador Alan Sanches (PMDB), destacou em seu discurso, na tarde desta sexta-feira, a importância da luta dos heróis que batalharam pela independência da Bahia.
“Enquanto vereador e presidente da Câmara, percebo que a cada ano temos uma movimentação diferente de pessoas, embora sempre tenha a mesma motivação: celebrar a liberdade de expressão, a democracia e a igualdade entre todos. Muitos caíram para que chegássemos até aqui e cada 2 de julho renova a nossa lembrança, a nossa força e o exemplo para as novas gerações”, afirmou.
Acompanhado do governador Jaques Wagner, do vice-prefeito da capital, Edvaldo Brito, de vereadores e secretários estaduais e do municipio, Alan Sanches ressaltou a importância da atuação dos representantes escolhidos pelo povo para modificar a situação atual da sociedade.
“Todos nós, ao nascermos brasileiros e baianos, somos um pouco heróis por sobrevivermos. Com cheia ou com seca nós somos um povo Forte, que sobrevive. Por isso, eu peço que todos os homens públicos continuem empenhados na busca por soluções para superar os problemas de todos”, afirmou.
Após o discurso do presidente da Câmara, o cortejo cívico seguiu rumo ao Campo Grande. Logo depois, fez uma parada no Forte de São Pedro, em frente ao Palácio da Aclamação, para homenagear o Exército Brasileiro
Na homenagem da Câmara Municipal ao 2 de julho, o presidente da Casa Legislativa de Salvador, vereador Alan Sanches (PMDB), destacou em seu discurso, na tarde desta sexta-feira, a importância da luta dos heróis que batalharam pela independência da Bahia.
“Enquanto vereador e presidente da Câmara, percebo que a cada ano temos uma movimentação diferente de pessoas, embora sempre tenha a mesma motivação: celebrar a liberdade de expressão, a democracia e a igualdade entre todos. Muitos caíram para que chegássemos até aqui e cada 2 de julho renova a nossa lembrança, a nossa força e o exemplo para as novas gerações”, afirmou.
Acompanhado do governador Jaques Wagner, do vice-prefeito da capital, Edvaldo Brito, de vereadores e secretários estaduais e do municipio, Alan Sanches ressaltou a importância da atuação dos representantes escolhidos pelo povo para modificar a situação atual da sociedade.
“Todos nós, ao nascermos brasileiros e baianos, somos um pouco heróis por sobrevivermos. Com cheia ou com seca nós somos um povo Forte, que sobrevive. Por isso, eu peço que todos os homens públicos continuem empenhados na busca por soluções para superar os problemas de todos”, afirmou.
Após o discurso do presidente da Câmara, o cortejo cívico seguiu rumo ao Campo Grande. Logo depois, fez uma parada no Forte de São Pedro, em frente ao Palácio da Aclamação, para homenagear o Exército Brasileiro
Acabeu! Brasil desclassificado da Copa
Não deu. Vamos cair na real. O Brasil esta fora da Copa de 2010. Deu holanda. 2 a 1.
Muita chuva na festa do 2 de Julho
Texto de Antonio Jorge Moura
Neste ano de 2010, o sol não não nasceu no 2 de Julho. Como se diz na linguagem popular, o cacau caiu, mas não impediu que houvesse brilho nan festa civica.
Ja as 7.30hs a movimentação era grande e o governador Jaques Wagner era visto cumprimentando os Encourados de Pedrão no corredor entre o Largo da Soledade e o largo da Lapinha.
As 8hs os carros do Caboclo e da Cabocla ja estavam na fila de abertura do cortejo e as autoridades estavam na frente do panteon. Os grupamentos das Forças Armadas a postos e a Banda da Marinha entoou o Hino Nacional.
O vice-prefeito Edvaldo Brito, Wagner e a presidente do Instituto Historico, Consuelo Ponde, hastearam as bandeiras do Brasil, da Bahia e de Salvador. Debaixo da chuva que não cessava, foram depositadas coroas de flores na estatua do Almirante Crokhane. Os discursos foram abreviados, ja com a presença do prefeito João Henrique. A chuva não deu tregua.
Assim partiu o cortejo. Destaque para as militancias financiadas dos partidos politicos e entidades sindicais. Tinha ate grupo mobilizado por programa de TV. Povo mesmo estava nas sacadas das residencias e nos passeios. A cada dez passos, um anuncio manuscrito de venda de feijoada.
A chuva não parou em so instante. Metade do cortejo ficou no caminho. A tarde do 2 de julho promete tambem ser chuvosa.
Neste ano de 2010, o sol não não nasceu no 2 de Julho. Como se diz na linguagem popular, o cacau caiu, mas não impediu que houvesse brilho nan festa civica.
Ja as 7.30hs a movimentação era grande e o governador Jaques Wagner era visto cumprimentando os Encourados de Pedrão no corredor entre o Largo da Soledade e o largo da Lapinha.
As 8hs os carros do Caboclo e da Cabocla ja estavam na fila de abertura do cortejo e as autoridades estavam na frente do panteon. Os grupamentos das Forças Armadas a postos e a Banda da Marinha entoou o Hino Nacional.
O vice-prefeito Edvaldo Brito, Wagner e a presidente do Instituto Historico, Consuelo Ponde, hastearam as bandeiras do Brasil, da Bahia e de Salvador. Debaixo da chuva que não cessava, foram depositadas coroas de flores na estatua do Almirante Crokhane. Os discursos foram abreviados, ja com a presença do prefeito João Henrique. A chuva não deu tregua.
Assim partiu o cortejo. Destaque para as militancias financiadas dos partidos politicos e entidades sindicais. Tinha ate grupo mobilizado por programa de TV. Povo mesmo estava nas sacadas das residencias e nos passeios. A cada dez passos, um anuncio manuscrito de venda de feijoada.
A chuva não parou em so instante. Metade do cortejo ficou no caminho. A tarde do 2 de julho promete tambem ser chuvosa.
Hino ao 2 de Julho - Hino da Bahia
Letra: Ladislau dos Santos Titara
Música: José dos Santos Barreto
Nasce o sol a 2 de julho
Brilha mais que no primeiro
É sinal que neste dia
Até o sol é brasileiro
Nunca mais o despotismo
Referá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações
Salve, oh! Rei das campinas
De Cabrito e Pirajá
Nossa pátria hoje livre
Dos tiranos não será
Cresce, oh! Filho de minha alma
Para a pátria defender,
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.
Música: José dos Santos Barreto
Nasce o sol a 2 de julho
Brilha mais que no primeiro
É sinal que neste dia
Até o sol é brasileiro
Nunca mais o despotismo
Referá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações
Salve, oh! Rei das campinas
De Cabrito e Pirajá
Nossa pátria hoje livre
Dos tiranos não será
Cresce, oh! Filho de minha alma
Para a pátria defender,
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Contemplado(a)s nos
E-mais do grupo Não Fazemos Parte do Problema Somos a Solução
Segundo previsão do site Expressão Brasil, a quantidade de votos válidos para as eleições de 2010 na Bahia é de aproximadamente, 9.200.000 (nove milhões e duzentos mil eleitore(a)s e um partido precisará de, no mínimo, 145.000 (cento e quarenta e cinco mil) votos para eleger um deputado(a) estadual e 232.000 (duzentos e trinta e dois mil) votos para deputado(a)s federais. Estes dados nos dá uma possibilidade de aferirmos a participação votante da população negra no processo eleitoral. Não existem dados oficiais.
Sabendo que somos mais de 80% desta população e com base nos quantitativos eleitoral, podemos argumentar que somos 7.360.000 (sete milhões trezentos e sessenta mil) eleitore(a)s negro(a)s. Com este contingente podemos eleger sozinhos: 1 governador(a), 2 senadore(a)s, 50 deputados estaduais e 31 deputados federais. Podemos ser maioria nas representações proporcionais nestas eleições.
Este ano, tivemos lideranças negras expressivas postulando vagas em cargos majoritários, em quase todas coligações, a exemplo de: Ivan Carvalho, engenheiro químico e economista, militante do movimento negro - pleiteou uma vaga ao senado na coligação PT/PCdoB, PSB, PDT, PP, PRB e PSL - Hamilton Assis, historiador, militante do movimento negro - pleiteou uma vaga ao governo no PSOL; João Jorge, mestre em direito, presidente do Olodum, militante do movimento negro - pleiteou uma vaga ao senado no PV. Apesar da representação política eleitoral, nenhuma dessas candidaturas foram contempladas, com o argumento de não possuir votos?
Na verdade, confirmamos que os partidos ditos de esquerda ainda são dirigidos por uma maioria branca, mentirosa, racista, homofóbica e machista. Alguns inventaram uma nova modalidade nas escolhas de candidaturas, com exceção do PV e PSOL, não houve discussões com a militância foi tudo feito por acordos e aclamação!
Para surpresa da Bahia a Coligação PMDB, PR, PTB, PSC, PPS, PRP, PRTB, PSDC, PTC, PTN, PMN e PT do B, definiu um nome negro para concorrer a uma vaga ao senado, Edvaldo Brito, doutor, livre docente em Direito Tributário e vice-prefeito de Salvador .
Vote consciente e certo, sabendo que o poder de mudar estar nas mãos de cada eleitor(a). Pós eleição não dá para chorar!
Segundo previsão do site Expressão Brasil, a quantidade de votos válidos para as eleições de 2010 na Bahia é de aproximadamente, 9.200.000 (nove milhões e duzentos mil eleitore(a)s e um partido precisará de, no mínimo, 145.000 (cento e quarenta e cinco mil) votos para eleger um deputado(a) estadual e 232.000 (duzentos e trinta e dois mil) votos para deputado(a)s federais. Estes dados nos dá uma possibilidade de aferirmos a participação votante da população negra no processo eleitoral. Não existem dados oficiais.
Sabendo que somos mais de 80% desta população e com base nos quantitativos eleitoral, podemos argumentar que somos 7.360.000 (sete milhões trezentos e sessenta mil) eleitore(a)s negro(a)s. Com este contingente podemos eleger sozinhos: 1 governador(a), 2 senadore(a)s, 50 deputados estaduais e 31 deputados federais. Podemos ser maioria nas representações proporcionais nestas eleições.
Este ano, tivemos lideranças negras expressivas postulando vagas em cargos majoritários, em quase todas coligações, a exemplo de: Ivan Carvalho, engenheiro químico e economista, militante do movimento negro - pleiteou uma vaga ao senado na coligação PT/PCdoB, PSB, PDT, PP, PRB e PSL - Hamilton Assis, historiador, militante do movimento negro - pleiteou uma vaga ao governo no PSOL; João Jorge, mestre em direito, presidente do Olodum, militante do movimento negro - pleiteou uma vaga ao senado no PV. Apesar da representação política eleitoral, nenhuma dessas candidaturas foram contempladas, com o argumento de não possuir votos?
Na verdade, confirmamos que os partidos ditos de esquerda ainda são dirigidos por uma maioria branca, mentirosa, racista, homofóbica e machista. Alguns inventaram uma nova modalidade nas escolhas de candidaturas, com exceção do PV e PSOL, não houve discussões com a militância foi tudo feito por acordos e aclamação!
Para surpresa da Bahia a Coligação PMDB, PR, PTB, PSC, PPS, PRP, PRTB, PSDC, PTC, PTN, PMN e PT do B, definiu um nome negro para concorrer a uma vaga ao senado, Edvaldo Brito, doutor, livre docente em Direito Tributário e vice-prefeito de Salvador .
Vote consciente e certo, sabendo que o poder de mudar estar nas mãos de cada eleitor(a). Pós eleição não dá para chorar!
Vereador propõe ao prefeito uso da fonoaudiologia nas unidades de saude
Da Ascom da Camara de Salvador
A implantação de serviços de fonoaudiologia nas Unidades Básicas de Saúde e no Núcleo de Apoio à Saúde da Família foi proposta pelo vereador Henrique Carballal (PT), em indicação dirigida ao prefeito João Henrique Carneiro. O objetivo, segundo ele, é “maximizar a identificação de problemas comunicativos e prevenir a expansão dos mesmos”.
O vereador argumenta que a Prefeitura de Salvador vem desenvolvendo políticas públicas de saúde destinadas ao atendimento das diversas demandas da população e que as transformações atuais apontam para uma integração interdisciplinar e intersetorial nas propostas de promoção de saúde.
“As atuais políticas de saúde internacionais e nacionais apontam para as necessidades de uma mudança de paradigma na atenção à saúde, deslocando o eixo patologia, tratamento, controle, prevenção de doenças para o eixo saúde/promoção da saúde”, defende Carballal.
Na indicação, ele observa que a atuação fonoaudiológica no âmbito da saúde pública vem crescendo no decorrer dos últimos anos por todo o Brasil.
O vereador Henrique Carballal lembra, ainda, que com a reestruturação do sistema de saúde, para a equidade e melhoria da qualidade de vida, a fonoaudiologia se inseriu na atenção básica, devendo atuar em todas as fases e níveis de atenção da saúde, eliminando os fatores que interferem na aquisição e desenvolvimento dos padrões de fala, linguagem e audição – com medidas de caráter amplo e específicas.
A implantação de serviços de fonoaudiologia nas Unidades Básicas de Saúde e no Núcleo de Apoio à Saúde da Família foi proposta pelo vereador Henrique Carballal (PT), em indicação dirigida ao prefeito João Henrique Carneiro. O objetivo, segundo ele, é “maximizar a identificação de problemas comunicativos e prevenir a expansão dos mesmos”.
O vereador argumenta que a Prefeitura de Salvador vem desenvolvendo políticas públicas de saúde destinadas ao atendimento das diversas demandas da população e que as transformações atuais apontam para uma integração interdisciplinar e intersetorial nas propostas de promoção de saúde.
“As atuais políticas de saúde internacionais e nacionais apontam para as necessidades de uma mudança de paradigma na atenção à saúde, deslocando o eixo patologia, tratamento, controle, prevenção de doenças para o eixo saúde/promoção da saúde”, defende Carballal.
Na indicação, ele observa que a atuação fonoaudiológica no âmbito da saúde pública vem crescendo no decorrer dos últimos anos por todo o Brasil.
O vereador Henrique Carballal lembra, ainda, que com a reestruturação do sistema de saúde, para a equidade e melhoria da qualidade de vida, a fonoaudiologia se inseriu na atenção básica, devendo atuar em todas as fases e níveis de atenção da saúde, eliminando os fatores que interferem na aquisição e desenvolvimento dos padrões de fala, linguagem e audição – com medidas de caráter amplo e específicas.
Edvaldo Brito recebe fogo simbolico no panteon de Piraja
Texto de Roberto Macedo
O vice-prefeito Edvaldo Brito, representando o prefeito João Henrique, recebeu o fogo simbólico há poucos instantes no Panteão de Pirajá, vindo de Simões de Filho, e acendeu a pira, iniciando os festejos do 2 de Julho na capital baiana. O fogo simbólico representa a união dos povos que lutaram pela Independência da Bahia.
Em seguida, o vice-prefeito hasteou a bandeira do Brasil, ao lado do prefeito de Simões Filho, Eduardo Alencar, que hasteou a bandeira da Bahia, e de Carlos Soares, secretário municipal de Educação, que hasteou a bandeira de Salvador. Encerrando a solenidade, Edvaldo Brito colocou flores no túmulo do general Pedro Labatut, acompanhado por representantes do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia.
O vice-prefeito Edvaldo Brito, representando o prefeito João Henrique, recebeu o fogo simbólico há poucos instantes no Panteão de Pirajá, vindo de Simões de Filho, e acendeu a pira, iniciando os festejos do 2 de Julho na capital baiana. O fogo simbólico representa a união dos povos que lutaram pela Independência da Bahia.
Em seguida, o vice-prefeito hasteou a bandeira do Brasil, ao lado do prefeito de Simões Filho, Eduardo Alencar, que hasteou a bandeira da Bahia, e de Carlos Soares, secretário municipal de Educação, que hasteou a bandeira de Salvador. Encerrando a solenidade, Edvaldo Brito colocou flores no túmulo do general Pedro Labatut, acompanhado por representantes do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia.
Israel vai sediar conferência mundial de turismo
Da Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria:
A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) anunciou esta semana que Israel sediará a primeira Conferência de Turismo organizada pela entidade.
O evento que acontecerá na cidade de Jerusalém deve contar com cerca de 50 representantes dos países que integram a OCDE, além das participações do presidente de Israel, Shimon Peres, do primeiro ministro Benjamin Netanyahu, do titular de Turismo, Stas Misezhnikov, e do presidente do Banco de Israel, Stanley Fischer.
Para o Ministério de Turismo de Israel, a escolha de Jerusalém como sede, significa um voto de confiança no país, e no seu potencial econômico no turismo.
A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) anunciou esta semana que Israel sediará a primeira Conferência de Turismo organizada pela entidade.
O evento que acontecerá na cidade de Jerusalém deve contar com cerca de 50 representantes dos países que integram a OCDE, além das participações do presidente de Israel, Shimon Peres, do primeiro ministro Benjamin Netanyahu, do titular de Turismo, Stas Misezhnikov, e do presidente do Banco de Israel, Stanley Fischer.
Para o Ministério de Turismo de Israel, a escolha de Jerusalém como sede, significa um voto de confiança no país, e no seu potencial econômico no turismo.
Edvaldo Brito se reuniu com artistas e a vereadora Olívia Santana
Texto de Roberto Macedo:
Desde 31 de maio, o vice-prefeito Edvaldo Brito é o gestor da cultura municipal por designação do prefeito João Henrique. E foi nessa condição que recebeu hoje (01.07), no início da tarde, em seu gabinete, vários artistas e a vereadora Olívia Santana (PCdoB), presidente da Comissão de Cultura, Esporte e Lazer da Câmara Municipal
Na pauta, reivindicações da classe que incluem a criação da Secretaria Municipal de Cultura, instalação do Conselho de Cultura da Cidade, um plano municipal para o setor, nomeação de um gestor para a Fundação Gregório de Matos, mais verbas para a cultura, reabertura do teatro Gregório de Matos e reestruturação do Arquivo Público Municipal, entre outros itens.
Do vice-prefeito, os representantes da categoria e a vereadora ouviram as providências que estão sendo tomadas em trinta dias à frente da cultura municipal, ponto por ponto. Edvaldo Brito explicou que está consultando expoentes da cultura baiana para a realização de um seminário onde todos serão ouvidos.
E, a partir daí, nascerá o Plano Municipal do setor. Quanto ao conselho, falta a indicação de alguns membros, inclusive da Câmara de Vereadores. As obras no Teatro Gregório de Matos serão retomadas e uma sede para o Arquivo Público Municipal já vem sendo providenciada pela prefeitura e deve permanecer no Centro Histórico.
Ficou acertada uma nova reunião para a terceira semana deste mês, quando serão avaliadas as providências adotadas. A vereadora Olívia Santana declarou que, “finalmente, foi aberto um diálogo com o executivo municipal e tenho a expectativa de que a gente consiga efetivar as propostas que foram apresentadas”.
O vice-prefeito declarou que um plano de cultura só faz sentido se nascer dos interesses da população e dos artistas, por isso a importância de ouvir os interessados e realizar reuniões como essa. Edvaldo Brito acredita ser desnecessária a criação de mais uma secretaria, por contenção de despesas, “além do que a Fundação Gregório de Matos faz esse papel muito bem”.
Em relação ao próximo presidente da fundação, disse que “ele vai ser escolhido com muito cuidado e com critérios rígidos, pois não podemos errar, evitando que haja nomeações e demissões abruptas”.
Desde 31 de maio, o vice-prefeito Edvaldo Brito é o gestor da cultura municipal por designação do prefeito João Henrique. E foi nessa condição que recebeu hoje (01.07), no início da tarde, em seu gabinete, vários artistas e a vereadora Olívia Santana (PCdoB), presidente da Comissão de Cultura, Esporte e Lazer da Câmara Municipal
Na pauta, reivindicações da classe que incluem a criação da Secretaria Municipal de Cultura, instalação do Conselho de Cultura da Cidade, um plano municipal para o setor, nomeação de um gestor para a Fundação Gregório de Matos, mais verbas para a cultura, reabertura do teatro Gregório de Matos e reestruturação do Arquivo Público Municipal, entre outros itens.
Do vice-prefeito, os representantes da categoria e a vereadora ouviram as providências que estão sendo tomadas em trinta dias à frente da cultura municipal, ponto por ponto. Edvaldo Brito explicou que está consultando expoentes da cultura baiana para a realização de um seminário onde todos serão ouvidos.
E, a partir daí, nascerá o Plano Municipal do setor. Quanto ao conselho, falta a indicação de alguns membros, inclusive da Câmara de Vereadores. As obras no Teatro Gregório de Matos serão retomadas e uma sede para o Arquivo Público Municipal já vem sendo providenciada pela prefeitura e deve permanecer no Centro Histórico.
Ficou acertada uma nova reunião para a terceira semana deste mês, quando serão avaliadas as providências adotadas. A vereadora Olívia Santana declarou que, “finalmente, foi aberto um diálogo com o executivo municipal e tenho a expectativa de que a gente consiga efetivar as propostas que foram apresentadas”.
O vice-prefeito declarou que um plano de cultura só faz sentido se nascer dos interesses da população e dos artistas, por isso a importância de ouvir os interessados e realizar reuniões como essa. Edvaldo Brito acredita ser desnecessária a criação de mais uma secretaria, por contenção de despesas, “além do que a Fundação Gregório de Matos faz esse papel muito bem”.
Em relação ao próximo presidente da fundação, disse que “ele vai ser escolhido com muito cuidado e com critérios rígidos, pois não podemos errar, evitando que haja nomeações e demissões abruptas”.
A recuperação do Palácio Rio Branco foi um trabalho excelente
Texto de Antonio Jorge Moura:
Devido a problemas técnicos estamos desde a madrugada sem postar novas informações. Voltamos agora.
A convite dp assessor de comunicação da Secretaria de Cultura do Estado, Marcelo de Trói, fui hoje, às 9hs, ao Palácio Rio Branco, na Praça Muncipal, para solenidade de entrega da publicação Plano de Reabilitação Participativo do Centro Antigo de Salvador.
Com as presenças anunciadas do secretário de Cultura, Márcio Meirelles, e de Beatriz Lima, coordenadora do Escritório de Referência do Centro Antigo. Lá estiveram outras autoridades e Meireles, até a hora de sua saudação aos presentes, depois das 10hs, ainda aguardava a presença do representante da Prefeitura de Salvador, que tem tudo a ver com o Centro Histórico e com Salvador.
Cobertura jornalística de solenidade é quase igual a japonês. Tudo igual. O que aconteceu comigo é que, desde a chegada, faltando 15 minutos para as 9hs, entrei no Rio Branco para uma viagem no tempo.
O Rio Branco, realmente, está muito bonito. O trabalho de recuperação do patrimônio histórico e humano de Salvador e da Bahia foi excelente. Estão de parabéns as gestões do ex-governador Paulo Souto, que iniciou o trabalho, e de Jaques Wagner, que concluiu e inaugurou na presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Como estava chovendo pela manhã, pedi a um porteiro muito gentil que me permitisse acesso pela entrada lateral do Palácio, onde funcionava a Fundação Cultural do Estado e muitas vezes entrei para fazer entrevistas e para encontrar meu amigo fotógrafo Tomaás Neto.
O porteiro não só me deu acesso como fez questão de me acompanhar pelos meandros do meu reencontro. Passei por salas e corredores nos quais convivem harmonicamente, sem agredir os ambientes, a história da Bahia, vidros e condicionadores de ar. Acabei desembocando no Memorial dos Governadores, ao lado do meu já bastante conhecido saguão de entrada do Palácio.
Viajei no tempo! Me lembrei das escadas de tapete vermelho que leva ao primeiro pavimento e ao Gabinete do Governador. Onde muitas vezes subi para entrevistar dr. Roberto Santos, levado pelo seu secretário de Comunicação, Isidro Barroso do Amaral Duarte.
Se não me engano e estou fazendo confusão. Foi lá que tenho registro de ter visto o eterno - no coração - presidente da ABI, Afonso Maciel Neto. Num encontro marcante para um jovem jornalista-foca, porque Maciel me tratou com uma deferença que eu não dizia possuir.
Foi naqueles corredores que visitava constantemente a sala da redação da Assessoria de Comunicação comandada pelo jornalista Luiz Augusto Gomes, que tinha colegas como Major, China, o Negão LA e tantos outros que agora estou esquecido.
No Memorial dos Governadores, vi retratos de ex-Chefes do Executivo que despachavam no Rio Branco, como Roberto Santos e Lomanto Júnior. A informação que o cerimonial da Secretaria da Cultura me deu é de que o governador Jaques Wagner vai instalar lá seu Gabinete. Para trabalhar, despachar. O que faz muito bem. Será um incentivo decisivo para sucesso do projeto do Centro Antigo de Salvador, que tem chançela da Unesco. Ou seja, da Organização das Nações Unidas (ONU).
Parabéns Márcio Meirelles! O Rio Branco está lindo!
Devido a problemas técnicos estamos desde a madrugada sem postar novas informações. Voltamos agora.
A convite dp assessor de comunicação da Secretaria de Cultura do Estado, Marcelo de Trói, fui hoje, às 9hs, ao Palácio Rio Branco, na Praça Muncipal, para solenidade de entrega da publicação Plano de Reabilitação Participativo do Centro Antigo de Salvador.
Com as presenças anunciadas do secretário de Cultura, Márcio Meirelles, e de Beatriz Lima, coordenadora do Escritório de Referência do Centro Antigo. Lá estiveram outras autoridades e Meireles, até a hora de sua saudação aos presentes, depois das 10hs, ainda aguardava a presença do representante da Prefeitura de Salvador, que tem tudo a ver com o Centro Histórico e com Salvador.
Cobertura jornalística de solenidade é quase igual a japonês. Tudo igual. O que aconteceu comigo é que, desde a chegada, faltando 15 minutos para as 9hs, entrei no Rio Branco para uma viagem no tempo.
O Rio Branco, realmente, está muito bonito. O trabalho de recuperação do patrimônio histórico e humano de Salvador e da Bahia foi excelente. Estão de parabéns as gestões do ex-governador Paulo Souto, que iniciou o trabalho, e de Jaques Wagner, que concluiu e inaugurou na presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Como estava chovendo pela manhã, pedi a um porteiro muito gentil que me permitisse acesso pela entrada lateral do Palácio, onde funcionava a Fundação Cultural do Estado e muitas vezes entrei para fazer entrevistas e para encontrar meu amigo fotógrafo Tomaás Neto.
O porteiro não só me deu acesso como fez questão de me acompanhar pelos meandros do meu reencontro. Passei por salas e corredores nos quais convivem harmonicamente, sem agredir os ambientes, a história da Bahia, vidros e condicionadores de ar. Acabei desembocando no Memorial dos Governadores, ao lado do meu já bastante conhecido saguão de entrada do Palácio.
Viajei no tempo! Me lembrei das escadas de tapete vermelho que leva ao primeiro pavimento e ao Gabinete do Governador. Onde muitas vezes subi para entrevistar dr. Roberto Santos, levado pelo seu secretário de Comunicação, Isidro Barroso do Amaral Duarte.
Se não me engano e estou fazendo confusão. Foi lá que tenho registro de ter visto o eterno - no coração - presidente da ABI, Afonso Maciel Neto. Num encontro marcante para um jovem jornalista-foca, porque Maciel me tratou com uma deferença que eu não dizia possuir.
Foi naqueles corredores que visitava constantemente a sala da redação da Assessoria de Comunicação comandada pelo jornalista Luiz Augusto Gomes, que tinha colegas como Major, China, o Negão LA e tantos outros que agora estou esquecido.
No Memorial dos Governadores, vi retratos de ex-Chefes do Executivo que despachavam no Rio Branco, como Roberto Santos e Lomanto Júnior. A informação que o cerimonial da Secretaria da Cultura me deu é de que o governador Jaques Wagner vai instalar lá seu Gabinete. Para trabalhar, despachar. O que faz muito bem. Será um incentivo decisivo para sucesso do projeto do Centro Antigo de Salvador, que tem chançela da Unesco. Ou seja, da Organização das Nações Unidas (ONU).
Parabéns Márcio Meirelles! O Rio Branco está lindo!
Andrea Mendonça sugere espaço para grandes eventos
Da Ascom da Câmara de Salvador:
A construção de uma área para grandes eventos em Salvador foi sugerida pela vereadora Andrea Mendonça (DEM) ao prefeito João Henrique Carneiro, por meio de indicação encaminhada à Mesa da Câmara. O objetivo da proposta é evitar a inadequada utilização de espaços como o Terreiro de Jesus ou Farol da Barra.
A ideia surgiu após a vereadora observar que várias capitais brasileiras optaram pela construção de espaço multiuso, seguindo o modelo do sambódromo do Rio de Janeiro. Para Andrea Mendonça, o projeto do arquiteto Oscar Niemeyer aliou espaço de festividades à construção de salas para atividades como capacitação profissional e pré-escola.
"A capital baiana precisa de um empreendimento semelhante, como foi feito no Anhembi, em São Paulo, e em diversas cidades do país", defendeu. A construção do equipamento vai permitir que grandes shows sejam direcionados para um espaço próprio.
"Hoje, os eventos são realizados de forma improvisada, em áreas que não dispõem de infraestrutura, como sanitários, estacionamento, segurança e isolamento acústico", listou Andrea Mendonça. “Com isso, os danos ambientais são severos, assim como o impacto em áreas residenciais ou de patrimônio arquitetônico a ser preservado", acrescentou.
Na opinião da vereadora, a existência de uma estrutura permanente para eventos contribui para o setor turístico e hoteleiro da capital baiana e aquece a economia com a geração de empregos. “A cidade cenográfica erguida no Anhembi para a festa junina de 2010 está preparada para 100 mil pessoas”, lembrou Andrea.
A construção de uma área para grandes eventos em Salvador foi sugerida pela vereadora Andrea Mendonça (DEM) ao prefeito João Henrique Carneiro, por meio de indicação encaminhada à Mesa da Câmara. O objetivo da proposta é evitar a inadequada utilização de espaços como o Terreiro de Jesus ou Farol da Barra.
A ideia surgiu após a vereadora observar que várias capitais brasileiras optaram pela construção de espaço multiuso, seguindo o modelo do sambódromo do Rio de Janeiro. Para Andrea Mendonça, o projeto do arquiteto Oscar Niemeyer aliou espaço de festividades à construção de salas para atividades como capacitação profissional e pré-escola.
"A capital baiana precisa de um empreendimento semelhante, como foi feito no Anhembi, em São Paulo, e em diversas cidades do país", defendeu. A construção do equipamento vai permitir que grandes shows sejam direcionados para um espaço próprio.
"Hoje, os eventos são realizados de forma improvisada, em áreas que não dispõem de infraestrutura, como sanitários, estacionamento, segurança e isolamento acústico", listou Andrea Mendonça. “Com isso, os danos ambientais são severos, assim como o impacto em áreas residenciais ou de patrimônio arquitetônico a ser preservado", acrescentou.
Na opinião da vereadora, a existência de uma estrutura permanente para eventos contribui para o setor turístico e hoteleiro da capital baiana e aquece a economia com a geração de empregos. “A cidade cenográfica erguida no Anhembi para a festa junina de 2010 está preparada para 100 mil pessoas”, lembrou Andrea.
Parlamento francês aprova lei que torna crime a violência psicológica
The New York Times, na Veja Online:
O parlamento francês aprovou por unanimidade nesta terça-feira uma lei que torna a “violência psicológica” um crime como parte de um conjunto de regras para ajudar vítimas de violência física e abuso, especialmente dentro de casa.
A lei foi considerava muito vaga por alguns juízes e policiais, e a maneira como eles decidirem investigar e processar tais ofensas vai definir o sucesso da nova legislação. Nadine Morano, ministra francesa da família, afirmou à Assembleia Nacional que “introduzimos uma medida importante, que reconhece a violência psicológica, por que não se trata apenas de golpes, mas de palavras também”. Morano afirmou que a linha telefônica que recebe denúncias de abusos contra a mulher registra 90 mil chamadas por ano, e 84% delas dizem respeito à violência psicológica.
A legislação, proposta pela socialista Danielle Bousquet e Guy Geoffroy, membro do centrista Movimento pela União Popular, rapidamente encontrou respaldo do governo. Em novembro, o primeiro-ministro François Fillon chamou o projeto de lei de “uma causa nacional” e afirmou que ela permitirá às autoridades lidar com “as situações mais insidiosas, que não deixam marca a olho nu, mas podem mutilar o interior das vítimas”.
Quem for considerado culpado poderá ser condenado a três anos de prisão e multa que varia entre 75 mil e 90 mil euros. A lei pode ser aplicada a ambos os sexos, mas está particularmente preocupada com o abuso contra a mulher. Os dois deputados disseram que uma mulher morre a cada 2,2 dias na França por causa da violência doméstica, que atinge cerca de 10% das mulheres entre 18 e 60 anos. Bousquet afirmou que, entre casais, 90% das vítimas são mulheres.
A lei define violência mental como “atos repetidos que podem ser constituídos de palavras”, incluindo insultos ou sucessivas mensagens de texto que “degradem a qualidade de vida ou cause mudanças nos estados físico e mental” da vítima. A lei também autoriza a experiência, por três anos, do uso de braceletes eletrônicos para manter o agressor longe da vítima.
O parlamento francês aprovou por unanimidade nesta terça-feira uma lei que torna a “violência psicológica” um crime como parte de um conjunto de regras para ajudar vítimas de violência física e abuso, especialmente dentro de casa.
A lei foi considerava muito vaga por alguns juízes e policiais, e a maneira como eles decidirem investigar e processar tais ofensas vai definir o sucesso da nova legislação. Nadine Morano, ministra francesa da família, afirmou à Assembleia Nacional que “introduzimos uma medida importante, que reconhece a violência psicológica, por que não se trata apenas de golpes, mas de palavras também”. Morano afirmou que a linha telefônica que recebe denúncias de abusos contra a mulher registra 90 mil chamadas por ano, e 84% delas dizem respeito à violência psicológica.
A legislação, proposta pela socialista Danielle Bousquet e Guy Geoffroy, membro do centrista Movimento pela União Popular, rapidamente encontrou respaldo do governo. Em novembro, o primeiro-ministro François Fillon chamou o projeto de lei de “uma causa nacional” e afirmou que ela permitirá às autoridades lidar com “as situações mais insidiosas, que não deixam marca a olho nu, mas podem mutilar o interior das vítimas”.
Quem for considerado culpado poderá ser condenado a três anos de prisão e multa que varia entre 75 mil e 90 mil euros. A lei pode ser aplicada a ambos os sexos, mas está particularmente preocupada com o abuso contra a mulher. Os dois deputados disseram que uma mulher morre a cada 2,2 dias na França por causa da violência doméstica, que atinge cerca de 10% das mulheres entre 18 e 60 anos. Bousquet afirmou que, entre casais, 90% das vítimas são mulheres.
A lei define violência mental como “atos repetidos que podem ser constituídos de palavras”, incluindo insultos ou sucessivas mensagens de texto que “degradem a qualidade de vida ou cause mudanças nos estados físico e mental” da vítima. A lei também autoriza a experiência, por três anos, do uso de braceletes eletrônicos para manter o agressor longe da vítima.
Em sete anos e meio, o candidato a comandante da ONU escreveu 19 palavras
De Augusto Nenes, na Veja Online:
A coluna errou ao afirmar que a letra de Lula deu as caras pela última vez em 7 de novembro de 1981, no bilhete acima reproduzido. Os garranchos titubeantes de quem trocou salas de aula por campinhos de futebol apenas mergulharam na clandestinidade. Em 2005, pela primeira vez depois da chegada de Lula à presidência, a raridade foragida fez uma ligeiríssima aparição em Brasília. Nesta terça-feira, foi vista em São Paulo, durante o lançamento do livro de Aloizio Mercadante, por 20 leitores premiados com o autógrafo do único presidente que escreve como um aluno do pré-primário.
Na mensagem de 1981, endereçada ao sobrinho Dogival, Lula desenhou 22 palavras e 6 algarismos, fuzilou uma preposição, degolou uma vírgula e demitiu um acento agudo para cumprimentar o aniversariante. Em dezembro de 2005, a ararinha-azul da caligrafia apareceu inesperadamente em 19 palavras rabiscadas numa folha de papel. Avistada pelo repórter Alan Marques e capturada por um fotógrafo do Globo, foi exposta à visitação pública na primeira página.
Como se vê na reprodução acima, o texto se divide em duas anotações. Primeira: “Tem demandas do Conselho que precisa ser discutido”. Não é fácil juntar numa só linha uma troca de verbo, um erro de concordância e dois assassinatos do plural. Lula conseguiu. O segundo tópico informa que Lula acabou de receber uma notícia bom (“Pnad” ) e duas notícias ruins: “PIB – Zé Dirceu”. Na foto, os dedos do presidente encobrem parcialmente o nome do companheiro despejado meses antes da chefia da Casa Civil.
O manuscrito revela o que Lula de fato sentiu quando confrontado com três notícias. Alegrou-se com o crescimento da renda total detectado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2005 (8,7%). Não gostou do crescimento pífio do PIB (2,2%) nem da cassação do mandato de José Dirceu, aprovada pela Câmara dos Deputados em 1° de dezembro. Ao discursar na reunião, Lula escondeu o desconforto causado pelas notícias ruins e concentrou-se na boa para decolar rumo ao palavrório triunfalista.
O confronto entre as anotações e a discurseira reafirma que registros escritos revelam a verdade que registros orais tentam ocultar. Escrever é um ato solitário. Falar só faz sentido se há alguém ouvindo. Quase todos os políticos usam a voz para iludir plateias. Raríssimos rabiscam mentiras que só eles lerão. Historiadores sérios reconstituem os fatos baseados em registros escritos. Os presidentes brasileiros deixaram montanhas de manuscritos. Lula produziu só um. Em sete anos e meio, escreveu 19 palavras.
Não há manifestação mais perversa de elitismo do que autorizar quem nasceu pobre a morrer ignorante. Lula, insista-se, só não estudou porque não quis. Sobra-lhe tempo há pelo menos 30 anos. O que falta é a obstinação e a coragem que fizeram Marina Silva aprender a expressar-se como qualquer louro de olhos azuis. Nascida num seringal do Acre, Marina sobreviveu à malária e à miséria, alfabetizou-se aos 16 anos e, aos 28, concluiu a Faculdade de História.
O despreparo assombroso não impede que Lula continue a sonhar com a secretaria-geral da ONU. Arquivaria imediatamente a ideia se algum integrante da entidade lhe pedisse que justificasse a candidatura num manuscrito de cinco linhas. Confrontado com o perigo, o homem que jamais manuseou um apontador de lápis cumpriria a promessa de, depois de desocupar o Planalto, gastar o tempo contando vantagem nos botequins de São Bernardo.
A coluna errou ao afirmar que a letra de Lula deu as caras pela última vez em 7 de novembro de 1981, no bilhete acima reproduzido. Os garranchos titubeantes de quem trocou salas de aula por campinhos de futebol apenas mergulharam na clandestinidade. Em 2005, pela primeira vez depois da chegada de Lula à presidência, a raridade foragida fez uma ligeiríssima aparição em Brasília. Nesta terça-feira, foi vista em São Paulo, durante o lançamento do livro de Aloizio Mercadante, por 20 leitores premiados com o autógrafo do único presidente que escreve como um aluno do pré-primário.
Na mensagem de 1981, endereçada ao sobrinho Dogival, Lula desenhou 22 palavras e 6 algarismos, fuzilou uma preposição, degolou uma vírgula e demitiu um acento agudo para cumprimentar o aniversariante. Em dezembro de 2005, a ararinha-azul da caligrafia apareceu inesperadamente em 19 palavras rabiscadas numa folha de papel. Avistada pelo repórter Alan Marques e capturada por um fotógrafo do Globo, foi exposta à visitação pública na primeira página.
Como se vê na reprodução acima, o texto se divide em duas anotações. Primeira: “Tem demandas do Conselho que precisa ser discutido”. Não é fácil juntar numa só linha uma troca de verbo, um erro de concordância e dois assassinatos do plural. Lula conseguiu. O segundo tópico informa que Lula acabou de receber uma notícia bom (“Pnad” ) e duas notícias ruins: “PIB – Zé Dirceu”. Na foto, os dedos do presidente encobrem parcialmente o nome do companheiro despejado meses antes da chefia da Casa Civil.
O manuscrito revela o que Lula de fato sentiu quando confrontado com três notícias. Alegrou-se com o crescimento da renda total detectado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2005 (8,7%). Não gostou do crescimento pífio do PIB (2,2%) nem da cassação do mandato de José Dirceu, aprovada pela Câmara dos Deputados em 1° de dezembro. Ao discursar na reunião, Lula escondeu o desconforto causado pelas notícias ruins e concentrou-se na boa para decolar rumo ao palavrório triunfalista.
O confronto entre as anotações e a discurseira reafirma que registros escritos revelam a verdade que registros orais tentam ocultar. Escrever é um ato solitário. Falar só faz sentido se há alguém ouvindo. Quase todos os políticos usam a voz para iludir plateias. Raríssimos rabiscam mentiras que só eles lerão. Historiadores sérios reconstituem os fatos baseados em registros escritos. Os presidentes brasileiros deixaram montanhas de manuscritos. Lula produziu só um. Em sete anos e meio, escreveu 19 palavras.
Não há manifestação mais perversa de elitismo do que autorizar quem nasceu pobre a morrer ignorante. Lula, insista-se, só não estudou porque não quis. Sobra-lhe tempo há pelo menos 30 anos. O que falta é a obstinação e a coragem que fizeram Marina Silva aprender a expressar-se como qualquer louro de olhos azuis. Nascida num seringal do Acre, Marina sobreviveu à malária e à miséria, alfabetizou-se aos 16 anos e, aos 28, concluiu a Faculdade de História.
O despreparo assombroso não impede que Lula continue a sonhar com a secretaria-geral da ONU. Arquivaria imediatamente a ideia se algum integrante da entidade lhe pedisse que justificasse a candidatura num manuscrito de cinco linhas. Confrontado com o perigo, o homem que jamais manuseou um apontador de lápis cumpriria a promessa de, depois de desocupar o Planalto, gastar o tempo contando vantagem nos botequins de São Bernardo.
"Temos um vice que vai se mostrar, não se esconder"
De Reinaldo Azevedo, na Veja Online:
A fala é do presidenciável José Serra na convenção do DEM que oficializou Índio da Costa como candidato a vice na chapa liderada pelo tucano.
Por Robson Bonin, Do G1:
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, afirmou nesta quarta-feira (30) que o deputado federal Índio da Costa (DEM-RJ), indicado para vice em sua chapa, é “um político da nova geração”, que, segundo ele, irá trazer uma contribuição do “que tem de mais jovem e renovador na política”.
“Venho com muita satisfação para apresentar o nosso candidato a vice na coligação PSDB, DEM, PPS e PTB, uma coligação para o Brasil. Quero dizer que o nosso Índio é um político da nova geração. É um político jovem, mas que tem experiência na vida pública. Apresentamos uma novidade que é sinal de renovação e esperança para o país. Ele vai ser meu parceiro”, afirmou Serra.
O candidato tucano chegou por volta de 18h30 ao hotel onde o DEM realizou a convenção nacional que sacramentou a aliança com os democratas e referendou o nome do deputado federal Índio da Costa (DEM-RJ) para vice no projeto tucano. Foi a primeira entrevista de Serra ao lado de seu novo colega de chapa.
Serra disse conhecer Índio de encontros no Rio de Janeiro. “Estive com ele no Rio de Janeiro. Conheço o Índio. O nosso vice vai fazer o contrário de se esconder, vai se mostrar, debater”, disse. “Já tendo vice, vou poder ter mais tempo para responder perguntas sobre o que eu vou fazer pelo Brasil, do que responder perguntas de vice”, afirmou.
Sobre eventuais sequelas criadas na relação com o DEM pelo impasse na escolha do vice, o presidenciável tucano disse que todo o episódio foi superado. “Não ficou sequela. A gente tem que olhar para a frente. Às vezes, num processo democrático, o tipo de negociação que a gente faz, não há outra moeda a não ser a negociação. Essa é a nossa moeda de troca.”
Serra também falou de Alvaro Dias, o primeiro indicado para ser seu vice, afastado da disputa devido à resistência do DEM. “Tínhamos uma proposta de alguém muito preparado, qualificado, que envolvia uma combinação política em um estado. Era alguém que dentro da lógica política apresentava um componente interessante naquela formação”, justificou Serra.
Oficializado
A indicação de Costa foi aprovada por aclamação pelos integrantes do DEM, por volta de 16h desta quarta. A aprovação ocorreu pouco mais de uma hora depois de Maia ter anunciado na capital paulista a opção pelo deputado carioca. Serra e o presidente nacional do DEM não participaram da convenção, porque estavam viajando de São Paulo para Brasília. O encontro foi comandado pelo vice-presidente do partido, deputado ACM Neto (BA).
Em seu primeiro discurso como companheiro de chapa de Serra, Costa revelou ter se surpreendido com a indicação para o posto de vice-presidente no projeto tucano e afirmou que aceitaria a “missão” com orgulho: “É com muito orgulho que aceito essa tarefa em nome do Democratas. Foi surpresa pra vocês, mas foi surpresa para mim também.”
Índio da Costa disse que “não tinha como recusar” o convite e classificou Serra como “o mais preparado para governar o país”. Costa criticou o “loteamento da máquina pública” no governo federal e cunhou o slogan de Serra: “O Brasil pode mais.”
Na fala rápida, de cerca de cinco minutos, Costa agradeceu ao ex-prefeito do Rio de Janeiro César Maia (DEM), responsável por tê-lo lançado na política, e outras lideranças do partido.
Para o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), a escolha de Costa, deputado de 39 anos, foi o “fator de novidade” da campanha tucana e poderá ser utilizado para aproximar a juventude de Serra.
“Em campanha, vale muito a simbologia. Ele [Índio da Costa] é a simbologia da juventude. Ele é cara limpa, é ficha limpa, é bonitão e ocupou um espaço que nenhuma candidatura ocupou. Ele vai reunir a juventude do Brasil”, resumiu o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN).
A fala é do presidenciável José Serra na convenção do DEM que oficializou Índio da Costa como candidato a vice na chapa liderada pelo tucano.
Por Robson Bonin, Do G1:
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, afirmou nesta quarta-feira (30) que o deputado federal Índio da Costa (DEM-RJ), indicado para vice em sua chapa, é “um político da nova geração”, que, segundo ele, irá trazer uma contribuição do “que tem de mais jovem e renovador na política”.
“Venho com muita satisfação para apresentar o nosso candidato a vice na coligação PSDB, DEM, PPS e PTB, uma coligação para o Brasil. Quero dizer que o nosso Índio é um político da nova geração. É um político jovem, mas que tem experiência na vida pública. Apresentamos uma novidade que é sinal de renovação e esperança para o país. Ele vai ser meu parceiro”, afirmou Serra.
O candidato tucano chegou por volta de 18h30 ao hotel onde o DEM realizou a convenção nacional que sacramentou a aliança com os democratas e referendou o nome do deputado federal Índio da Costa (DEM-RJ) para vice no projeto tucano. Foi a primeira entrevista de Serra ao lado de seu novo colega de chapa.
Serra disse conhecer Índio de encontros no Rio de Janeiro. “Estive com ele no Rio de Janeiro. Conheço o Índio. O nosso vice vai fazer o contrário de se esconder, vai se mostrar, debater”, disse. “Já tendo vice, vou poder ter mais tempo para responder perguntas sobre o que eu vou fazer pelo Brasil, do que responder perguntas de vice”, afirmou.
Sobre eventuais sequelas criadas na relação com o DEM pelo impasse na escolha do vice, o presidenciável tucano disse que todo o episódio foi superado. “Não ficou sequela. A gente tem que olhar para a frente. Às vezes, num processo democrático, o tipo de negociação que a gente faz, não há outra moeda a não ser a negociação. Essa é a nossa moeda de troca.”
Serra também falou de Alvaro Dias, o primeiro indicado para ser seu vice, afastado da disputa devido à resistência do DEM. “Tínhamos uma proposta de alguém muito preparado, qualificado, que envolvia uma combinação política em um estado. Era alguém que dentro da lógica política apresentava um componente interessante naquela formação”, justificou Serra.
Oficializado
A indicação de Costa foi aprovada por aclamação pelos integrantes do DEM, por volta de 16h desta quarta. A aprovação ocorreu pouco mais de uma hora depois de Maia ter anunciado na capital paulista a opção pelo deputado carioca. Serra e o presidente nacional do DEM não participaram da convenção, porque estavam viajando de São Paulo para Brasília. O encontro foi comandado pelo vice-presidente do partido, deputado ACM Neto (BA).
Em seu primeiro discurso como companheiro de chapa de Serra, Costa revelou ter se surpreendido com a indicação para o posto de vice-presidente no projeto tucano e afirmou que aceitaria a “missão” com orgulho: “É com muito orgulho que aceito essa tarefa em nome do Democratas. Foi surpresa pra vocês, mas foi surpresa para mim também.”
Índio da Costa disse que “não tinha como recusar” o convite e classificou Serra como “o mais preparado para governar o país”. Costa criticou o “loteamento da máquina pública” no governo federal e cunhou o slogan de Serra: “O Brasil pode mais.”
Na fala rápida, de cerca de cinco minutos, Costa agradeceu ao ex-prefeito do Rio de Janeiro César Maia (DEM), responsável por tê-lo lançado na política, e outras lideranças do partido.
Para o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), a escolha de Costa, deputado de 39 anos, foi o “fator de novidade” da campanha tucana e poderá ser utilizado para aproximar a juventude de Serra.
“Em campanha, vale muito a simbologia. Ele [Índio da Costa] é a simbologia da juventude. Ele é cara limpa, é ficha limpa, é bonitão e ocupou um espaço que nenhuma candidatura ocupou. Ele vai reunir a juventude do Brasil”, resumiu o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN).
Índio da Costa confirmado vice de José Serra
De Fernando Melo, da Veja Online:
O deputado federal Índio da Costa (DEM-RJ) será mesmo o vice do tucano José Serra na disputa presidencial. Além de ser do Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do país e local onde Serra tem problemas de palanque, ele foi relator do projeto Ficha Limpa, o que os aliados de Serra consideram um trunfo eleitoral.
A escolha foi feita em reunião entre Serra, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o presidente do DEM, Rodrigo Maia. Índio da Costa é ligado a Kassab e ao líder do DEM na Câmara dos Deputados, Paulo Borhausen. É amigo pessoal de Fernando Gabeira (PV).
O agora vice de Serra foi administrador regional (“prefeitinho”) quando Cesar Maia era prefeito, na Barra e em Copacabana. Depois, foi secretário de Administração. Ele namorou a filha de Cesar Maia. Vereador por três mandatos, está no primeiro mandato como deputado federal. Se distanciou do grupo dos Maias e é mais próximo hoje do grupo de Borhausen e Kassab.
O deputado federal Índio da Costa (DEM-RJ) será mesmo o vice do tucano José Serra na disputa presidencial. Além de ser do Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do país e local onde Serra tem problemas de palanque, ele foi relator do projeto Ficha Limpa, o que os aliados de Serra consideram um trunfo eleitoral.
A escolha foi feita em reunião entre Serra, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o presidente do DEM, Rodrigo Maia. Índio da Costa é ligado a Kassab e ao líder do DEM na Câmara dos Deputados, Paulo Borhausen. É amigo pessoal de Fernando Gabeira (PV).
O agora vice de Serra foi administrador regional (“prefeitinho”) quando Cesar Maia era prefeito, na Barra e em Copacabana. Depois, foi secretário de Administração. Ele namorou a filha de Cesar Maia. Vereador por três mandatos, está no primeiro mandato como deputado federal. Se distanciou do grupo dos Maias e é mais próximo hoje do grupo de Borhausen e Kassab.
Fazem 22 anos que Chacrinha morreu
Saiu noJB Online:
Sem buzina, bacalhau, ou estardalhaço, morreu em 30 de junho de 1988 um dos maiores comunicadores da TV brasileira: Abelardo Chacrinha Barbosa. O humorista, cujo programa Cassino do Chacrinha obtinha os maiores índices de audiência televisiva nas terdes de sábado, não resistiu a um infarto no coração, aos 70 anos de idade.
Balançando a pança, buzinando a moça e comandando a massa, o Velho Guerreiro, como chamou-o carinhosamente Gilberto Gil, tornou-se quase um sinônimo da TV brasileira na década de 80. Seu humor anárquico, barulhento, mal comportado e desestabilizador sempre foi um sucesso popular, mas demorou a obter status cultural.
“Os intelectuais me esculhambavam. Foi só em 67, quando um sociólogo francês veio ao Brasil e me chamou de comunicador, que começaram a prestar atenção em mim”, comentou Chacrinha em uma de suas entrevistas.
Pernambucano, filho de pais pobres, o velho realmente era guerreiro. Com medo de voltar à miséria, Chacrinha acompanhava toda semana seus índices do IBOPE para ter certeza que o seu sucesso continuava. Esse sucesso barulhento e agitado, no entanto, não começou na telinha, mas sim no rádio.
Numa pequena emissora de rádio, Abelardo criou sozinho um programa que parecia uma festa – das mais barulhentas – ao vivo. Como esta rádio funcionava numa chácara, seu programa ganhou o nome de Cassino do Chacrinha. Logo passou para a Rádio Continental e daí, um breve caminho até a Tupi.
Quando estreou na TV, em 1956, manteve o mesmo clima que o deixara famoso. E deu mais do que certo. Em A Discoteca do Chacrinha, da TV Tupi, surgiram os elementos através dos quais seria lembrado: as fantasias, o bacalhau, as dançarinas. Isso tudo acompanhou o mestre pelas décadas seguintes, contribuindo para que ele fosse considerado o pai do Tropicalismo.
Em seus últimos meses de vida, Chacrinha se manteve afastado das telas de TV, por conta de um câncer de pulmão, mas persistiu em seguir gravando, mesmo que pouco, para que sua estrela nunca se apagasse. E, até hoje, ela se mantem acesa.
Sem buzina, bacalhau, ou estardalhaço, morreu em 30 de junho de 1988 um dos maiores comunicadores da TV brasileira: Abelardo Chacrinha Barbosa. O humorista, cujo programa Cassino do Chacrinha obtinha os maiores índices de audiência televisiva nas terdes de sábado, não resistiu a um infarto no coração, aos 70 anos de idade.
Balançando a pança, buzinando a moça e comandando a massa, o Velho Guerreiro, como chamou-o carinhosamente Gilberto Gil, tornou-se quase um sinônimo da TV brasileira na década de 80. Seu humor anárquico, barulhento, mal comportado e desestabilizador sempre foi um sucesso popular, mas demorou a obter status cultural.
“Os intelectuais me esculhambavam. Foi só em 67, quando um sociólogo francês veio ao Brasil e me chamou de comunicador, que começaram a prestar atenção em mim”, comentou Chacrinha em uma de suas entrevistas.
Pernambucano, filho de pais pobres, o velho realmente era guerreiro. Com medo de voltar à miséria, Chacrinha acompanhava toda semana seus índices do IBOPE para ter certeza que o seu sucesso continuava. Esse sucesso barulhento e agitado, no entanto, não começou na telinha, mas sim no rádio.
Numa pequena emissora de rádio, Abelardo criou sozinho um programa que parecia uma festa – das mais barulhentas – ao vivo. Como esta rádio funcionava numa chácara, seu programa ganhou o nome de Cassino do Chacrinha. Logo passou para a Rádio Continental e daí, um breve caminho até a Tupi.
Quando estreou na TV, em 1956, manteve o mesmo clima que o deixara famoso. E deu mais do que certo. Em A Discoteca do Chacrinha, da TV Tupi, surgiram os elementos através dos quais seria lembrado: as fantasias, o bacalhau, as dançarinas. Isso tudo acompanhou o mestre pelas décadas seguintes, contribuindo para que ele fosse considerado o pai do Tropicalismo.
Em seus últimos meses de vida, Chacrinha se manteve afastado das telas de TV, por conta de um câncer de pulmão, mas persistiu em seguir gravando, mesmo que pouco, para que sua estrela nunca se apagasse. E, até hoje, ela se mantem acesa.
MegaSena acumulou!
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso de número 1.192 da Mega-Sena, sorteado na noite desta quarta-feira. O valor acumulado para o próximo sábado é estimado em R$6,5 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal (CEF). Confira as dezenas sorteadas:
17 - 20 - 49 - 52 - 57 - 59
De acordo com a CEF, 34 apostas acertaram a Quina e receberão R$33.493,09. Outras 2.691 acertaram a Quadra e vão ganhar R$604,53.
17 - 20 - 49 - 52 - 57 - 59
De acordo com a CEF, 34 apostas acertaram a Quina e receberão R$33.493,09. Outras 2.691 acertaram a Quadra e vão ganhar R$604,53.
Assinar:
Postagens (Atom)