Angela Pimenta, da Revista Exame
Diante do atual repique inflacionário - o maior dos últimos sete anos - o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, se vê novamente diante do desafio de subir a Selic, a taxa básica de juros, desta vez em meio ao início da campanha eleitoral. Meirelles disse que o BC “tem instrumentos para manter a inflação na meta do horizonte relevante”, e que se depender dele, permanece à frente da instituição até o final do governo Lula. Ele disse também que diante da ausência de leis que garantam a autonomia formal do BC, sua independência está nas mãos do próximo presidente da República.
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